Não escrevo apenas histórias. Escrevo para provocar encontros — entre o leitor e aquilo que ele ainda não percebeu em si.
Minha missão é iluminar dois territórios silenciosos da vida: os sinais que quase ninguém escuta… e os instantes que revelam quem realmente somos.
Há forças que nos conduzem sem alarde — um detalhe, uma intuição, um desvio no caminho. E há momentos em que tudo se expõe, quando o acaso nos atravessa e já não é possível fingir que não sabemos quem somos.
Escrevo sobre esses pontos de ruptura invisíveis. Sobre o que nos chama… e sobre o que nos testa.